Existia vida antes do you tube? Superestimo muito…
18/09/2006Existia vida antes do you tube?
Superestimo muitos desses vídeos. Eles me fazem observar o horizonte com um outro olhar, refletindo sobre a vida, as coisas, enfim, o vento e uma série de outras subjetividades.
Esse, por exemplo, da Xuxa. God, fiquei imaginando que, no meu futuro programa retrô com cartinhas e receitas, jamais, JAMAIS as crianças terão vez e voz. Porque antigamente elas eram muito lentas, afff. E hoje, são prodígio demais. Invariavelmente exigem uma paciência descomunal, um desprendimento, uma elevação espiritual que eu, definitivamente, não tenho. Não brinco de paciência nem no computador.
Vejam o case Pedrinho Malta e o ex-Rique, de América. Uns malas, eu jamais os convidaria pra um churrasco, pra jogar bola na minha grama. Porque eles não iam querer, iam ficar importunando o povo na mesa dos adultos, falando dos seus “projetos” e loucos pra ouvirem que estamos admirados com sua esperteza. Aposto que iam querer provar cerveja, pra mostrar que eram grandes. Recentemente, Pedrinho Malta deu umas entrevistas pra Sonia Abrão dizendo que o personagem dele era um “presente”, imaginem.
Não se contentando em ser talento mirim, ainda se espelha nesses atorezinhos politicamente corretos e insossos da Globo – que querem a todo custo sustentar o micro-papel de figurante da Malhação, que só aparece na trama uma vez por semana, varrendo um chão -, dizendo que qualquer personagem loser, sem falas e que não pega ninguém é [respira fundo, agradecido, os olhos comovidos] … “um presente”.
- Falando em crianças-prodígio, o que é aquela pivetinha saxofonista no Gugu? Analisem o potencial destrutivo de uma frase que contenha pivetinha + saxofonista + Gugu.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=H1AIoRrBElo]
Mas enfim. Esse programa da Xuxa era a completa ambiência do inferno. Comecemos pelas roupinhas de tecido velho. Até a assistente de palco é mulambenta, bichinha. Aliás, eu deduzi que ela é assistente de palco por ser a maiorzinha, mas nada foi confirmado, né. A Xuxa, que durante anos carregou a vontade de ter cabelos longos e passou toda a carreira usando apliques cacheados longuíssimos a cada clipe e especiais de natal – e tinha que ter sempre uma ventania com véus e flores, pra jogar o cabelo – usa nesse vídeo um pitózinho sintético minúsculo, no alto da cabeça. E nem era na mesma tonalidade, observe.
Desde o início, a Xuxa tá uma pilha, de raiva da produção. O quadro da brincadeira só falta não começar. Aos 56 segundos, a Xuxa se estressa e perde logo a paciência, a póbi. Dá o mó empurrão na criança. Ao 1.11 seg, ela ARRASTA um pivete. Hilário. Fora que eu não entendi de jeito nenhum qual era o prêmio [3.03 seg]. Como sou de 1983 [ano do vídeo], não podia me lembrar disso. Melhor assim, um trauma a menos. Era capaz de eu ter crescido com a idéia fixa de não ter filhos, ainda mais depois de saber da existência de um suposto cordão umbilical que seca e cai, nos bebês. Alguém me diga que isso é mentira, por favor. É um nojo supremo. Mas esses pirralhinhos lerdos se pendurando no cenário, se jogando no chão, mal vestidinhos e cabeludos… ai. Vejo que sou vítima do medo. Isso. Vítima do medo. E vai a menção honrosa pra coletânea que Xuxa anuncia no final do quadro. Deve ser o disco do cão, que devem dar de brinde nas excursões ao inferno. Inclui até um tal de Conjunto ABSINTO. Que Meu Cãozinho Xuxo tocado ao contrário o quêêê.
Desde tempos imemoriais, eu era muito boazinha, sabe. Posteriormente, li na borra de café que sentimentos democratas e humanistas não eram coisa pra mim. Agora que manifesto publicamente minha porção intolerante, misantropa e chata [hahaha, isso era segredo, han!] – “oh, meu blog é uma terapia”, eu diria ao Vídeo Show, se fosse atriz da Globo -, imagino que eu seria cruel e maligna com esses pivetes, sem pudores. Provavelmente, minhas paquitas sádicas jogariam essa criançada encapuzada no nosso cantinho da disciplina, um quartinho acolchoado, escuro e com insetos, se elas não entendessem a brincadeira depois da terceira explicação.
Acho que eu seria uma apresentadora infantil ao melhor estilo Jack Bouer.

- Bora pivete! NOW! NOW! NOW! Pega logo o pratinho da brincadeira! Who are you working for? Drop your weapon! NOW!
tiny dancer, elton john
[...]
Falando em purgatório, as histórias de viagem virão aos poucos, mas preciso compartilhar logo isso com vocês. Então. Volto falida à tórrida Desmanteled Land. Duríssimo, o meu retorno, quando constatei a triste realidade de deixar minha São Paulo. No avião, na madrugada, um grupo de cabas desmantelados se instala na poltrona de trás, ameaçadoramente, na calada da noite fria. Eu, sozinha, tão pequena. Desprotegida, escutava: “Bóóóóra, seu piloto, macho réi, decola logo isso aí!”. “Éééééras, mas vai não, uma coisa dessa, bóóóra mááácho!”. “Marré leeeento, viu. Dá-lhe vozão”.
[Embora "dá-lhe vozão" não tenha nenhum significado aparentemente plausível nessa construção, os desmantelados sempre soltam a expressão no meio de alguma frase. Ou então: "Réééé, lião", que é o outro time de futebol local]

Depois do advento de Lost, nunca mais viajei de avião sem mentalizar uma série de coisas. “E se o avião caísse, eu conseguiria sobreviver na ilha com essas pessoas? Encontrar água, caçar, bolar um plano de fuga e lutar pela sobrevivência rodeada por uma vegetação exótica? Guys, where are we?” Não, eu jamais suportaria aquela gente em vida. Na aterrissagem, foi emblemático: um dos passageiros da fileira de desmantelados comentou com outro que não ia precisar, rrééé, passar pela esteira de bagagens, porque tudo o que ele tinha estava ALI – juro, eu não estava crendo que aquilo acontecia. E aponta prum SACO PRETO, desses de LIXO, com seus pertences. Era sua bagagem de mão. E eu só pensava em correr, correr.
Ah, a vida numa bolha. E eu, no último pau de arara, ligando meu sonzinho rocker no último. Mentalizando, entre lágrimas, o mantra do “a viagem será rápida e sem dor, só mais três horas”. Óbvio que chutaram minhas costas durante o vôo. Analisei profundamente os prós, os contras e os in betweens envolvidos em meu retorno. Concluí que eu só posso ter ultrapassado minha cota de pecados.
- Mas, por favor, joguem minhas cinzas em Paris.
Observação:
nenhum animal foi maltratado na produção dos posts desse blog.
[Solo de berrante com Sérgio Reis]
tender, blur
Momento de frescura explícita . tirem as crianças …
16/09/2006Momento de frescura explícita
. tirem as crianças da sala .
[enquanto isso, na calada da noite...]

Lucy diz: [...] porque as miniaturas grandes do MSN 7.5 são feias, ainda. Já as do Windows Live Messenger são contornadas por um tracinho cinza finíssimo. Agora tu me pergunta: E a importância disso? E eu respondo: Nenhuma. É que eu sou assim mesmo, detalhista.
Lariê diz: Eu fiz o teste, mas tem tanta gente online, que nem compensa.
Lucy diz: Mas é lindo, que a janelinha fica com as fotinhas.
Lariê diz: Hahaha. Bicha besta!
Lucy diz: E as frasesinhas dos contatos, que antes eram naquele itálico feio, aparecem em cinza claríssimo.
Lariê diz: Ah tá. Pois é, no meu é assim.
Lucy diz: É, o meu MSN é lindo demais. Meu deus, quase enlouqueço usando aquele e-buddy pôdi por dois dias, por causa do bug que pegou meu MSN. Usando uma versão outsider do programa na minha própria casa. Sequer podia colocar foto, que o firefox não deixava, naaan. Isso não é vida. E tu viu que eu mesma me adicionei no msn? É pra ver como apareço pros outros.
Lariê diz: HAHAHAHAH. HAHAHAHAHH. Ai, céus. Tu leu uma Super Interessante que fala de gente psicopata? Que são inteligentes e tudo mais?
Lucy diz: Hum. O que tu queres dizer com isso?
Lariê diz: HAHAHAHAHAHAHA. Nadinha, eu sóó perguntei.
[solo de sax]
ricky martin, she bangs
Magical Mistery Tour Orgia, ação e vandalismo esté…
14/09/2006Magical Mistery Tour
Orgia, ação e vandalismo estético.
Em mais uma de suas viagens fantásticas com Paul McCartney a bordo de um ônibus psicodélico, Lucy, 23 – jornalista, intelectual, comediante, enfant terrible, low profile, backing vocal de rock´n roll, colecionadora compulsiva de bolsas, dubladora do david bowie, overloquista míope e vendedora de dindin de ki suki de uva pra pagar as contas da viagem -, conheceu a bucólica Nikiti de André “Mocotó” Marques, foi atingida por areia de macaco no zoo do Rio de Janeiro, foi convidada a conhecer a Rocinha às três da madrugada por nativos err, exóticos e impulsivos, foi a Paris e teve seu livro autografado por Michelle Perrot [tá, mentira. Mas ué, ninguém conhece o autógrafo da Perrot mesmo... poderia perfeitamente forjar], queimou a pele de frio em Florianópolis, decidiu que comprará seus futuros móveis em Campinas, conheceu a Björk na Islândia [tá...], quase morreu de congestão com o sanduíche nababesco de salaminho com provolone do mercado de São Paulo, superou os medos e traumas e comeu pastel de FEIJÃO PRETO em Santa Teresa [aí é verdade, juro] e decidiu que vai votar em Afif Senador, em São Paulo.
- Ué. Porque gostei do nome. A.f.i.f.
E outra expressão que me faz rir um dia inteiro é “morder a fronha”.
Já ouviram coisa mais engraçada que isso?
[...]
Pois é, gente. E…

- Opa, opa! Ela vai contar tudo, tudinho, mas…
só depois dos comerciais!
rolling stones, look what the cat dragged in
Dona Maísa lançou o desafio e cá estou eu. Tá, na …
10/09/2006Dona Maísa lançou o desafio e cá estou eu. Tá, na verdade, não é exatamente um desafio eu me etiquetar. É só dar uma olhada no meu modesto profile ao lado, han. Mas a gente não pode deixar de responder ao chamado de uma mulher com uma pele daquela.
Fora que minha personalidade permite atualizações muito constantes.
- Desafio mesmo, é eu me resumir!
Anyway, abstraiam uma série de chatices que eu confesso. Eu também sou engraçada e legal, vocês sabem.

- Urgente. Nunca consegui ter só um emprego, fazer só um curso, escrever um texto de cada vez, abrir só uma janelinha de Firefox, colocar só uma pulseira, ler um livro sozinho, falar de um assunto só, comer só um Bis da caixinha. Tem que ser tudo, ao mesmo tempo e NOW!, como diria Jack Bouer. E precisa sair bem feito.
- Intensa e sensível. Chorei com o livro Meu Pé de Laranja Lima [peraí, alguém não chorou? Silêncio no estúdio] e com um poema doce da Ana Cristina César, que não conto pra ninguém qual é. Digo que era coisa banal. Mas são essas as mais significativas – aquelas imperceptíveis aos olhos das multidões. E rio das piadas mais desacreditadas. Quando tenho raiva, é raiva mesmo. Quando gosto, é de verdade e sou profundamente fiel, feito um cão [beagle] de guarda. Mas gosto de atenção e gentileza. Tenho poucos amigos-amigos e muitos colegas, mas é tudo gente muito selecionada e especial em muitas medidas. E não pisem gravemente na bola comigo, porque as possibilidades de serem perdoados nas próximas cinco encarnações são praticamente nulas. E as possibilidades de ter seu nome costurado na boca do sapo cururu são imensas. Tá, eu até perdôo. Mas esquecer, jamais.
- Bipolar. Antes, não gostava do meu cabelo nem de ser chamada de Lucy, paroxitonamente. Hoje, amo – mas só me chama assim quem eu deixo. Gargalhadora. Chorona. Rabugenta. Taxa baixa de glicose no sangue, mesmo sendo ta-ra-da por docinho. Insone. Dorminhoca. Odeio barulho e silêncio. Observadora, mas com a cabeça no mundo da lua. Amo ter amigos, mas não sou de me apegar às pessoas – tento e consigo em uns 25% dos casos.
- Chata. Autocrítica compulsiva e perfeccionista às últimas conseqüências. Exijo educação. Fuja de mim, se você é uma pessoa freak e que faz questão de ser bizarrinha ou faz algum barulho repetitivo, como dedos estalados, giz rangendo no quadro-negro, pé tremendo ou batuque de caneta na mesa. Misantropa. Nutro pequenos ódios e fico estressada por antecipação, com uma série de coisas que, às vezes, não têm a menor possibilidade de acontecer. Não me toquem nem mexam no meu cabelo. E não gosto de gente fresca. Pratos regionais? Ervilhas? Cajá? Canela? Ovo? Noooo, thanks.
- Medrosa. Medo de ficar feia [completamente míope, não uso óculos por achar que vou ficar mó mocréia], de ficar sozinha, de ficar cega, de depender de outras pessoas. Medo de ficar doente. Medo da dor, de decepções e de confiar demais. E de deixar de confiar. Medo de mudanças muito grandes. Medo de mar, de multidões, de lugares fechados, de ser enterrada viva, de altura e de tudo isso junto.
- Pessoa esquecida que adora se lembrar. Guardadora compulsiva de papel e de memórias de todos os tipos e tamanhos: sempre acho que, um dia, precisarei daqueles folderes, daquele texto da faculdade, daquele rascunho, daquela música, daquele filme, daquele brinco quebrado, daquele ingresso de show, daquela passagem antiga de avião, da florzinha seca. Pastas e caixinhas – ai, minha rinite crônica – se acumulam no meu quarto, muito organizadamente. Em minha bolsa, sempre haverá um bloquinho, pra eu anotar idéias de textos e um mundo de compromissos. Não vivo sem papel, sem livro, sem escrita, sem boas palavras. Me apego a qualquer bilhetinho véi amassado. Inacreditável, mas tenho todos os canhotos de cinema dos últimos seis anos de filmes.
- Prolixa, procastinadora e uma série de outras palavras difíceis. Aliás, também adoro inventar palavras e rir de algumas sonoridades, como totem, remelexo, fandango, bruaca, jequitinhonha, debêntures, cucuruto e merluza. Quando pequena, achava que era passar desodorante nas “zacsilas”.
- Há 23 anos, gosto de leite com Nescau todo dia de manhã.
Etiquetem-se, people: Jac, <a href=” http://aideiaeofigurado.blogspot.com/
/” target=”_blank”>Charles, Tiago, Brú e Lê. Repassem a corrente. Uma pobre jovem de Ohio não passou adiante e, no sétimo dia, comeu uma sirigüela contaminada por césio radioativo e morreu.
[será que esse post foi emo?!?]
travis, be my baby
Se Maomé não vai à montanha… Pó. Axé. Ruínas. V…
08/09/2006Se Maomé não vai à montanha…
Pó. Axé. Ruínas.
Você, enfim, finalmente se exila voluntariamente em Nova Iorque. Caminha no Central Park, come aquelas baked potatoes maravilhosas, vai a shows incríveis que ocorrem de surpresa a céu aberto, anda por aquelas ruas lindas repletas de neve e skyscrapers, corre o risco de esbarrar com o Brad Pitt ou a Britney Spears derrubando o bebê na rua a qualquer momento, tem acesso à vanguarda da arte, moda e ipods, ganha em dólar e vive uma existência plena em cosmopolitismo, luxúria e rock´n roll, ao lado da loja de cds Virgin Megastore. Ou seja,você é feliz.
Então, repito, você é uma pessoa feliz e a Globo inventa o Brazilian´s Day, com a participação de Leonardo [ai, ele chegando de surpresa em casa, brejeiro, naquele comercial do sabão, grrrr] cantando “Sinhá Moça minha guia, minha estrela noite e dia… La la la la la la la…” e da Ivete “abalou, sacudiu, balançou” Sangalo e transforma seu adquirido conceito de vida saudável, seus novos valores estéticos, em pó, axé e ruínas. Não, ninguém precisava estragar seu sonho e fazer você, sortudo brasileiro imigrante que mora em Nova Iorque, recordar suas supostas raízes. Eles ainda chamaram o Mocotó e o Murilo Benício pra fazer discurso engraçadinho no palco, olha que uó. Numa reportagem do Fantástico, um brasileiro malemolente exibia, com orgulho, a barraquinha do CHURRASQUINHO DE GATO. Aliás, sempre é a mesma coisa, o repórter descontraído pergunta “É de gato mesmo?”. Se fosse eu, bruta como sou, responderia, ao vivo: “É, porra. Prova aí, animal”. Isso tudo ao lado das mulatas saracoteantes eternamente vestidas de penas e biquíni com franjinha de strass.
Acho que, na mala, elas só levam biquíni. Durante a Copa da Alemanha foi a mesma coisa. Faça chuva, faça sol, chova canivetes, elas tão lá, de biquininho. Na bagagem, cavaquinhos, biquínis e sandálias de passista. Imagino a vida opressora dessas mulheres, que acordam, tomam banho e café, colocam aqueles sutiãs de arames, suportam o terrível som do cavaquinho um dia inteiro e saem pra “representar” o Brazil em eventos. Eu nunca vi uma mulher dessas parada, só em movimento, se balançando pra algum cara de calças brancas e blusa da seleção, que se ajoelha e roda um pandeiro com um jeito moleque de ser. Por isso é que somos um país emergente e nossas exportações de suco de laranja aumentaram apenas 46% no governo Lula.
- É, pessoal. Definitivamente, eu não agüentaria essa vida de mulata de samba. Preferi, apesar dos convites e de meu remelexo*, fazer um mestrado.
E essa concepção de brazilian é muito generalizadora. Eu, pra citar um exemplo aleatório, sou uma das pessoas menos brazilian que conheço e me encaixaria muito melhor no, sei lá, United Kingdom´s Day. Só com bandinhas da cena rocker, com caras drogadinhos, androgininhos, posers e blasés, de guitarrinha, adidas e cabelinho assim, jogado no rosto.

- Lucy, tive uma idéia. E se você passasse o day inteiro aqui em casa?
* remelexo é uma palavra engraçada, assim como totem.
travis, flowers in the window
Brownies Ingredientes Ingredientes para a Ma…
07/09/2006Brownies

Ingredientes
Ingredientes para a Massa:
1 xícara (chá) de manteiga
1 xícara (chá) de chocolate meio amargo picado
1 xícara (chá) de açúcar
4 ovos
½ xícara (chá) de nozes picadas
1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (chá) de essência de baunilha
1 colher (sopa) de fermento
Ingredientes para a Cobertura:
2 xícaras (chá) de cream cheese
1 xícara (chá) de chocolate meio amargo picado
1 xícara (chá) de açúcar de confeiteiro
Modo de Preparo
Massa: derreta o chocolate e a manteiga e deixe esfriar. Numa batedeira, bata os ovos, o açúcar e a baunilha. Junte o chocolate derretido, misture levemente a farinha de trigo, as nozes e por último, o fermento. Coloque a massa em uma assadeira e asse em forno pré-aquecido a 200°C por cerca de 25 minutos.
Cobertura: em um recipiente em banho-maria, coloque todos os ingredientes, mexendo sempre. Depois cubra a massa.
- Mas, Lucy… e se eu não tiver chocolate em casa?
- Ué, querido telespectador. Se mata.
ricky martin, she bangs






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